Radio Territories Relay races on air / searching for sonic grit Flirting radios / your ear is a delicate organ Transmitting language / but, or, this, no, something angular with Brandon LaBelle, Julien Ottavi, James Webb, London streets and certain studio guests Broadcasting on Resonance FM, London, 104.4 fm http://www.resonancefm.com/ April 15, 16 & 17th, 5 - 6pm

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Desenrolando algumas tentativas de sugerir rituais, carnavais ou qualquer tipo de liturgia-comunhão que pudessem dar conta de simbolizar e sensibilizar para questões sobre relações entre tecnologia, sociedade e corpo que há alguns anos temos discutido em nossas redes,
tentei conceituar já há quase dois anos uma brincadeira-manifesto que foi batizada de Jardim de Volts.

Jardim de Volts busca encontrar uma forma de entendermos a tecnologia (e a “ciência” que a tornou possível) como algo que não é uma magia da indústria e sim fruto da inteligência humana em observar a natureza. Então porque tudo se descontrolou tanto? Aquilo que poderia ajudar a humanidade a construir um mundo melhor ainda serve quase exclusivamente para gerar um consumo sem sentido, sem a menor responsabilidade social e sem medida da destruição do nosso instinto de integração com todo ecossistema.

Escrevi um rascunho de idéia que ao meu ver ainda continua muito crua:
( http://estudiolivre.org/tiki-index.php?page=JardinDeLosVolts )

Durante o encontro Submidiologia 2 a bricadeira foi tomando mais forma:
( http://pub.descentro.org/submidialogia_o_estudo_da_subversao_dos_meios )

Apesar de até hoje não ter elaborado melhor uma reflexão sobre a proposta tenho comentado aqui e ali e isso acabou rendendo alguns encontros.

Recentemente recebi um convite do pessoal que em Curitiba tem organizado uma ação direta muito esperta e divertida, que foi batizada de “Jardinagem Libertária”. Nesta o grupo celebra a busca por consciência ecológica promovendo encontros, bicicletadas, caminhadas e outras buscas onde revitalizam o espaço urbano plantando árvores pela cidade. O grupo chegou a criar uma praça num abandonado terreno baldio, que foi batizada de “Praça PIrata”…
( http://jardinagemlibertaria.wordpress.com/ )

Por duas vezes seguidas este ano, em Fevereiro e Março de 2008, tentei de alguma maneira conectar a proposta com a idéia do Jardim de Volts, e curiosamente fui surpreendido por contratempos que me fizeram refletir sobre o próprio processo que eu estava querendo trazer como discussão.

Da primeira vez uma chuva impedia que minha proposta de tirar energia de limões, usando computador pra transformar poéticas sonoras recombinadas de arquivos mandados para mim se realizasse. Da segunda, um HD com problemas atrasava toda a preparação do sistema para o tal.

Enquanto preparava o HD pra tentar realizar aquilo que eu imaginava como uma colaboração, eu fui aos poucos refletindo sobre o ritmo que eu mesmo me encontro agora, depois de tantos anos vivendo em função da internet e sua promessa de informação e comunicação total.

Pensei também na minha paranóia de “eficiência”, também parte de um sintoma de todo esse prometido “progresso”, que eu queria criticar com uma retórica tão metida a eloqüente.

Curiosamente no sábado de manhã eu fui aos poucos conseguindo deixar o sistema pronto, mesmo tendo freado um pouco meu ritmo, influenciado pela reflexão.

Chegando no lugar, me deparei com dezenas de pessoas, fazendo intervenções num muro de tapume de um outro terreno baldio (uma nova Praça Pirata?), e fui visitar a já citada e arborizada primeira Praça Pirata.

O fato é vendo a naturalidade com que a piazada tava lidando com aquilo, me caiu a ficha que toda aquele meu processo metódico de determinismo pra fazer um tipo de “demonstração” de expressões da eletrônica fora do processo industrial ainda estavam muito viciados na ilusão de “ter tudo sob controle” como prega nosso cego processo civilizatório.

Ao invés de imediatamente influenciar todo aquele esforço manual que estava acontecendo ali pra prestar atenção em algo completamente desviante que eu estava preparado pra fazer, eu decidi tentar ajudar nas intervenções, entender, compartilhar os processos e tentar pensar um pouco daquilo que o Jardim de Volts estava propondo a partir daquela experiência.

Naquele exato momento percebi o quanto as pessoas estavam aparelhadas com suas tintas, pás, estiletes, canetas, máquinas fotográficas, instrumentos musicais, impressos e outros utensílios que além de ferramentas super úteis para a ocasião, também contribuiram para o giro de toda uma economia industrial.

Todo aquele belo romantismo de desenhos nos tapumes do terreno baldio e plantar árvores no quarteirão em volta estava ali inevitavelmente sujeito a um processo industrializado que vai culminar num eminente uso do terreno pelo seu proprietário. Talvez toda a revitalização do quarteirão até ajude na especulação imobiliária do terreno.

Obviamente que toda essa reflexão pelo viés pessimista cai numa perspectiva totalmente radical de encarar o processo civilizatório do qual somos indissociáveis avatares, como em teorias do Anarco-Primitivismo ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Anarco-primitivismo ) .

Não é díficil presumir porque reflexões tão profundamente realistas sobre a incapacidade do homem usar sua incrível inteligência para uma comunhão mais saúdavel com o planeta podem cair em surtos de violência irracional como a desesperada ação do Unabomber ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Theodore_Kaczynski )…

No entanto, como pensar uma maneira não-violenta em que de dentro pra fora possamos redesenhar nossa função em construir uma “ciência” mais alinhada com as necessidades do mundo, e não apenas com o egoísmo consumista e imediatista que nos surge pelos tradicionais simulacros com a idéia de progresso e prosperidade?

Obviamente a resposta não é nada simples, mas acredito que ali na Jardinagem Libertária, entre algo de uma energia bastante pueril e ingênua de jovens querendo afirmar seus traços, haviam também esforços extremamente responsáveis, bravos e inteligentes de fazer sua parte para criar um mundo melhor e menos alienado do que está a sua volta.

Quanto aos Volts, aos poucos eles vão encontrando maneira de entoar mantras nos Jardins, buscando entender como esse conhecimento sobre a energia pura e canalizada pode ser menos destrutiva e mais esperta.

Por enquanto, fico bastante feliz em poder ver crescer o pé de limoeiro que plantamos ali ao lado da calçada naquele dia. Espero que ele possa um dia dar frutos. Que estes possam ajudar para que por trás dos tapumes ao invés de ignorantes templos de consumo apareçam mais Jardins Libertários.

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PROPOSTA:

Apresentação performática-de-sombra-presente da Orquestra Organismo à partir estudo do repertório de 3 anos de publicações poéticas na revista eletrônica Hackeando Catatau.
www.organismo.art.br/blog

por simone bittencourt, glerm soares, lucio de araujo, octavio camargo e occam.

(…)Pronto. Sopro a fumaça, sofro a pressão,
mais um pouco e nada mais terá acontecido, tudo será
o que fôr, e o que der e vier – seja lá o que será?
O
nó, cego, surdo e mudo: atravessuras! O poliglota
analfabeto, de tanto virar o mundo, ver as coisas e
falar os papos, parou para pensar ao pé de uma
montanha. Assaltaram-no dois pensamentos. Um na
língua materna, outro em língua estrangeira. O
primeiro fêz a pergunta, o outro respondeu.
Resultado: sou pai de minhas perguntas e filho de
minhas respostas. Sei um signo. A regra diz: responda
sim ou nunca responda, indefinitus et inexplicabilis
sermo. Preciso acrescentar à pergunta o que lhe
falta.
Está faltando um signo. Logo o comprendido.
Nada posso representar, o jôgo pára. (…)”

————————————————————————–

Desprendido de imagens que se rompem a um capricho dos deuses,

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te regressas ao que, fora do tempo,

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é tempo infinito

(…)

no secreto semblante da verdade.

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Poema de Carlos Drummond de Andrade, na cédula de 50 cruzados novos.

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outros capítulos

It was a good luck that the festival MaerzMusic had two promising focal points – the human voice and the Brazilian music. Especially in Brazil the experimental and most involved musicians often are getting in touch with popular music. Chico Mello lives in Brazil and in Germany. He created his own style of music theatre. Here he is combining the for the Brazilians very important form of TV soap opera, the „Telenovela“, with Bossa Nova. The result he’s calling TELEBOSSA. His piece, with the title „Destino das Oito/ Fate at Eight“, was first performed in a marvelous light and ironic-imaginative production by Christina Tappe at the Berlin festival MaerzMusik.
The dramatic basis gave the British author Caryl Churchill. On the other side Chico Mello discovered with his own son how important repetitions are for narrating stories.
For this reason Mello was able to reflect in a light and ironic way the stupid and at the same time abysmal rituals of every day rituals, constantly served by TV soap operas.
Musically Mello connected the cool sensuality of Bossa Nova. He permitted the singers and musicians just to use certain notes and rhythms. The result was a sound on the golden mean in-between Alban Berg and Joao Gilberto. Rarely contemporary music theatre as Chico Mellos DESTINO DAS OITO – without falling in cynicism – offers so much ground for laughing and reflection.

Volker Michael, Deutschlandradio Kultur, Berlin

The play

A family waits for the return of the daughter. Captivated in the vacuum of every-day rituals the couple Brian and Alice repeats together with aunty Maisie again and again the same procedures. Change lies in commonness with trivial problems: misunderstandings, conflicts with the wayward drunk son, feelings of guiltiness, fear, old secrets, affairs, addictions, absurd encounters, departure, death. Will the daughter arrive? Will she bring the redemption from the deadlock?

„Destino das Oito - Fate at Eight - Schicksal um Acht“ is the setting to music of the drama „Heart’s Desire“ (1997) by the famous British Author Caryl Churchill. Caryl Churchill, born 1938, is one of the leading British dramatists. Her plays are extremely political and deal with social alienation and mechanisms of power. Very effectively she combines formal dramatic experiments with exciting political issues
In „Heart’s Desire“ the realistic situation of waiting for the daughter becomes a dramatic unrealistic elaboration – the story of waiting is narrated in a non-linear way. The dramatic development constantly is interrupted and restarts from the beginning. In a situation of a reset the story gets a new possible development. Every reset, every repetition includes musical and scenical variations. The result: an absurd and funny, constant perplexity of references in time and space.

The grotesque play with repetitions and interruptions get in the musical setting of Chico Mello a new dimension. Every beginning brings new variations and events and clears up the exciting patterns of the dramatic play.

The concept
The narrow patterns of family, the family issues themselves are very similar to the dramatic constructions of popular TV soap operas, of the famous Brazilian „Telenovelas“. The action itself seems to be realistic, full with social and psychological situations of the brasilian every day life. This genre of soap opera gives a high emotional identification for a huge audience. For a big part of the brasilian population the main protagonists are as close as family members. The everyday life is dedicated to the world of Telenovelas – the Telenovela copies problems of the common life.

The formal and dramatic constellation of „Heart’s Desire“ gives an ideal basis for an investigation of this entanglement. Similar as is in a TV setting the audience can experience how the protagonists fall into their own soap opera. For this reason the play „Heart`s Desire“ becomes a free interpretation in the fictional telenovela „Destino das Oito - Fate at Eight - Schicksal um Acht“.

By linking together different possibilities of action and dramaturgic developments in one series, by the scenic interaction of real action and telecasting, by mixing pictures from real telenovelas and live-videos arises a performance where the borders of TV and reality, of real and artificially produced experiences fade away.

The most important Brazilian telenovela is daily broadcasted at eight o’clock: a collective fate, broadcasted at eight, played by fictional protagonists, experienced by the majority of a huge tv-audience.

The music

The musical composition takes this dramatic structure and works with it’s patterns of repetition and variation. The recurrent basic situation is taken for a musical fundament and opens many possibilities for the exploration of an own musical language. The composer develops a special musical vocabulary. This he adds to the harmonies of the vocals of the English text. The result will be a fine grid of melodies, that are not motivated in a psychological or affective way, but offer an artificial construction for the naturalistic scene. In this exciting combination of Chary Churchill`s excellent composed text, the artificial vocal inflection and a naturalistic scene the rich diversity of the play becomes evident. The funny absurdity and the complexity of trivial daily scenes become even more obvious.

The clear language patterns made the composer develop an own “alphabet“ of pitches directly out of the vocals and consonants of each syllable of each word. Chico Mello constructed an own system of composition that gives every figure it`s special character, and of course repeating ­ non harmonic - melodies to each reply. The basis of the work is the entire text.

Each singer-actor has 1 or two 2 accompanying instruments, as follows:

Brian + Bariton Saxophon + Contrabass
Alice + Clarinet + Viola
Susy + Celesta
Maisie + Oboe + Violine
Lewis + Tuba + Contrabass
Official + Percussion

Similar as in previous compositions (”Amarelinha” and “do lado de lá” for orchestra), Chico Mello works with „decontextualisation“ of Boss Nova. The “Tele”-”Bossa” is a combination of brasilian Telenovela and the musical genre of „Bossa Nova“. In both forms strong emotions are produced by repeating patterns. The difference is the melo-dramatization of emotions in telenovelas to the static condition of happiness and sadness in the Bossa.

In the new music-dramatic form of „Telebossa“ the dramaturgy of telenovelas is so to speak „bossanized“ – an exciting contradiction, intensified by the scenic action.

podemos começar?

February 2, 2008

Konst-ig bookshop presents
Errant Bodies Press
A celebration of books, words, sounds, projects and activities
Friday, January 18, 17:00
Åsögatan 124
Stockholm
Tel: 08 20 45 20
http://www.konstig.se
Join us for drinks, readings and soundings
With reading by Brandon LaBelle, audio installation by Marie Wennersten and Carl Michael von Hausswolff & Thomas Nordanstad’s film works.

Errant Bodies Press is a publisher focusing on sound art, performance, spatial strategies and related theory. Since 1995 it has published anthologies, monographs, CDs and DVDs, artists books and special projects from artists, writers and activists working with sounds, places, bodies, narratives, and visual languages and documents. Their publications include Site of Sound: Of Architecture and the Ear, Writing Aloud: The Sonics of Language, Social Music, Surface Tension: Problematics of Site, among others.

Social Music Kiosk - Vienna

November 23, 2007

Social Music Kiosk
(on-air, on-line: http://www.kunstradio.at, Sunday, Nov 25th, 23:00
Brandon LaBelle

In conjunction with the Kunstmarkt event held at the Schöpfwerk housing community in Vienna in October 2007 where art was used as a meeting point for social diversity, Social Music Kiosk functions as a gathering of different narratives related to art and social environments. Originally staged as an artistic contribution to the Kunstmarkt, the Kiosk functioned as a participatory sonic platform, inviting visitors to add to the mix by way of their favorite CDs, audio reports made on-site, and live treatments and interactions. Using the Kunstmarkt as a base, the radio work overlays multiple inputs: a series of audio recordings made by local residents and visitors to the Kunstmarkt, an interview and discussion with the organizers of the Kunstmarkt and social workers from Schöpfwerk, and electronic treatments. Part-documentary, part-question and answer, and part-mix, the work is a telescoping of multiple perspectives onto a social topography.

http://www.kunstradio.at/2007B/25_11_07.html

Thanks to Ulla Ebner for her DJing, Annette Stahmer for her assistance, and to Rudolfine Lackner, Renate Schnee and Sabine for their invitation and conversation.

text from errantbodies web page at
http://www.errantbodies.org/labellesocialmusic.html

Social Music was initially developed as a radio series for Kunstradio, Vienna in 2001. When I was invited by them to propose a series of audio works for broadcast (radio poses provocative questions to the idea of site-specificity…) I wanted very much to create a conceptual framework for organizing the works not so much around making music within the confines of the studio, but by inviting outside influence or social input in determining sound production. Social Music functioned as an overarching umbrella for generating musical and sonic activities that sought out public space, social interaction, spatial discoveries—found sounds, phenomenological tests, conversations between friends…

Following the radio series, Social Music continues as a general theme, as a conceptual attitude, and as a platform for future projects.

radiobookeventkiosk
What is your favourite music?
What tunes do you dance to?
What music do you share with friends or family?
Developed in conjunction with Kunstmarkt 2, the Social Music Kiosk was a participatory situation designed to work with the event as a social meeting specific to the Schöpfwerk social housing community on the outskirts of Vienna. Built in the late 1970s, the Schöpfwerk houses roughly 5000 people, representing many nations, mostly Arabic, and of low-income status. With shops, and related community facilities, such as a library, post office, and school, the Schöpfwerk is a complex and dynamic social environment (with its own mythological status amongst the Viennese population), embodying many of the problematics of social housing while also producing a rich and difficult situation that includes many cultural and social functions, such as garden initiatives, cooking events, radio broadcasts and publications. The Kunstmarkt functioned to offer a positive experience for the community by using art as a vehicle and platform: artworks by local residents were put on display and were offered as gifts to visitors. In addition, other visiting artists were invited to contribute, through forms of action and participation, lending to the live experience. For more information see: http://www.bassena.at

pensável
Setembro 18th, 2007 by poeticasexperimentaisdavoz

Não tentei arruinar o sentido da sentença, tampouco o da metáfora: pelo contrário, tentei torná-los mais fortes. Atacar o sentido rebelando-se contra a sentença não significa que a mesma seja destruída.  Pelo contrário, ela é preservada porque um caminho para o outro sentido foi aberto. Tudo isso me parece como se eu tivesse sido confrontado por dois discursos opostos igualmente persuasivos. Isso resulta na impossibilidade de privilegiar um em detrimento do outro, o que, por sua vez adia constantemente o controle do sentido sobre a sentença. Talvez o impensável seja pura e simplesmente a suspensão mútua de dois pensamentos opostos e definitivos.

SAMPLE WAY OF LIFE

October 16, 2007

Image

A pergunta certa é o que (ainda) é original? Do que se apropriar ou o
que não é sample no mundo das imagens? Em uma sociedade que oscila
entre o bizarro da violência e os paparicos do luxo, se adotam novas
formas de produção e circulação simbólica. Samples não são “coisas” de
DJs, também são estratégias de sobrevivência na neblina dos conceitos,
ou melhor, quando os conceitos se tornam propaganda. Sobrevida, com
uma apropriação, não de matéria prima, mas do valor agregado ( charme,
liderança, fitness); nunca o belo foi tão público.

Consumir parafraseando a elite que nos sampleia, - é simplesmente ser como o
outro, diluir as identidades de um no outro, mesmo que não dure mais
do que os cinco minutos de fama ou do produto). Genérico e não falso,
nunca foi tão fácil ser outra pessoa, na rede ou na moda, circulação
de posturas, nossos relógios (ambos rolex) marcam a mesma hora. Nosso
tempo é o mesmo.

Alex Ache (H)

October 16, 2007